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A AMAST somos nós, nossa força, nossa voz. Ao invés de gritar sozinho (a), venha junto com a gente nesta jornada. Troque a reclamação pela reivindicação. Queixas isoladas, além de não serem ouvidas, fazem mal ao coração, viram amargura. A saída é coletiva. Entre nessa você também!

Houve abuso? Manifeste-se


Moradores denunciam excesso de velocidade dos veículos e
agressão à natureza

Veículos trafegando em alta velocidade, corte ilegal de árvores são temas que preocupam os moradores e estão em debate. A AMAST, cumprindo seu papel, está chamando os órgãos
públicos competentes à responsabilidade. Leia mais

Gente nossa

Regina Rocha
e Grupo Colméia

Samba canção,
de raiz e exaltação.
Bar da Fatinha, Rua Áurea,
nº 20, perto do Bar do Gomes.
Todo domingo das 18h às 22h

A contribuição social para a AMAST é fundamental para a sobrevivência da instituição e marca o compromisso de cada um de nós com esse movimento democrático em defesa de Santa Teresa.
São apenas R$ 10,00 anuais.

Você pode também fazer sua contribuição voluntária,
com qualquer valor.

Abaixo-assinado em defesa do bonde

A Amast organizou, na internet, um abaixo-assinado contra a privatização dos bondes de Santa Teresa.

Clique aqui, assine e deixe seu comentário.

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Clipping

A volta dos bondes

Marcus Quintella *

O primeiro bonde brasileiro surgiu em 1859, no Rio de Janeiro, puxado a burro, fazendo a ligação entre o Largo do Rocio e o Alto da
Boa Vista. Em 1862, com a substituição da tração animal pelas máquinas a vapor, os bondes se espalharam pela cidade. Trinta anos mais
tarde, em 1892, foi inaugurada a primeira linha de bondes movidos à energia termoelétrica e, em 1896, foram eletrificadas as primeiras linhas, a começar por Santa Teresa e, em seguida, houve uma
grande expansão dos bondes na cidade.

Jornal do Brasil, 10/09/2008

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Lia de Itamaracá
“A primeira coisa que faço, quando chego no Rio, é andar de bondinho pra lá e pra cá.”



 

 

Bondinho - o informativo da Amast

Santa se ergue em defesa do bonde


A ManifestAÇÃO organizada pela AMAST para comemorar os
112 anos do bonde e protestar contra o desmonte e a privatização impostos pelo
governo estadual levou uma multidão ao Lardo do Guimarães no dia 06/09/2008.
O evento teve a participação dos blocos Céu na Terra, Maracutaia e Badalo,
entre outros grupos e artistas convidados

Luta pelo bonde público mobiliza
1.500 pessoas em Santa Teresa

O grito é um só, moradores e visitantes, abraçaram a
luta em defesa do bonde no sábado, dia 6 de setembro, em grande evento no Largo do Guimarães. Você não pode ficar fora dessa luta. Venha somar com a gente.

A luta dos moradores organizados de Santa Teresa em defesa do bonde público,
com uso democrático pela comunidade e por visitantes, ganhou as ruas do bairro
no sábado, dia 6/09/2008, numa MANIFESTAÇÃO que mobilizou, aproximadamente, 1.500 pessoas entre a Esquina do Gomes e o Curvelo com parada final no Largo
do Guimarães, onde artistas do bairro e convidados mostraram sua arte em
sensíveis apresentações.

Moradores e visitantes confraternizaram durante toda a tarde e início da noite de sábado, provando que a convivência é tranqüila e fraterna e dando um show de cidadania. Centenas de pessoas assinaram o manifesto organizado pela AMAST em defesa do bonde original, sem reformas mutiladoras e incompetentes que não conseguem colocar o bonde nos trilhos.

Vamos colocar o bonde original de volta nos trilhos

A AMAST defende o resgate do bonde com sua mecânica original, com seus bancos, freios e manivela históricos, tombados pelo Patrimônio Público. Somos contra a reforma Frankenstein que vem sendo promovida nas oficinas da T-Trans em Três Rios. Reforma que já mostrou péssimos resultados. O primeiro bonde que retornou não se equilibrou sobre os trilhos. Um mico que as autoridades estaduais pagaram. Vieram ao bairro para a “inauguração” e o bonde modificado disse: “não ando, não ando, não ando”. Teve que ser carregado de volta pra oficina.

Mais grave, um acidente, com um desses bondes mal-reformados, atingiu um funcionário da oficina do Largo do Guimarães em circunstâncias que ainda estão sendo esclarecidas em inquérito aberto na 7ª DP. Tão grave quanto essa sucessão de desastres é o ar de Poliana de que se reveste o governador Sérgio Cabral, que, eleito pelo povo, ignora o apelo popular, faz ouvidos moucos e deixa andar o processo de privatização do bonde.

A AMAST está mobilizada e o evento do dia 6/09/2008 mostra que nossa luta está
avançando, crescendo e com forte apoio popular, o que é fundamental para conseguirmos que nossos 14 bondes voltem aos trilhos de Santa Teresa.


Os blocos Céu na Terra, saindo do Curvelo, e Maracutaia, do Gomes, abriram os festejos que teve a presença solidária de Lia de Itamaracá e Selma do Coco, além do brilho e da alegria dos blocos de carnaval e artistas do bairro, entre eles, Marquinhos das Marionetes, que encantou o público, em especial as crianças, com sua arte.


Não deixaremos rifarem nosso bonde

Leia mais no Jornal da Amast


Bonde reformado tem adicional de
3 toneladas e pode prejudicar os Arcos

AMAST pede ação preventiva do Iphan

O novo bonde (VLT) tem três toneladas a mais que o bonde antigo. A informação de técnicos da oficina foi confirmada por fornecedores de peças do bonde e preocupa,
pois traz implicações importantes para a estrutura do bairro, em especial para os
Arcos da Lapa.

Peso extra não dimensionado em relação às estruturas existentes pode provocar micro-fissuras que podem evoluir para fissuras e daí para trincas, gerando um processo de fadiga progressiva que acarretaria danos irreparáveis aos Arcos.

Em função disso, a AMAST solicitou, ao superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Rio de Janeiro, Carlos Fernando Andrade, providências que esclareçam a situação e, se comprovado o risco, que sejam adotadas
as medidas necessárias para prevenir eventuais danos.


Eleições municipais, a Amast propõe

Conforme decisão de Plenária, a AMAST está apresentando, aos candidatos a prefeito do Rio, as críticas de nossa comunidade à situação administrativa atual e uma pauta com nossas propostas para a próxima gestão. Entre elas, destacam-se:

• detalhamento e regulamentação da Área de Proteção Ambiental (APA);
• restrições a usos e atividades, no bairro, prejudiciais ao ambiente e à saúde
da população;
• estabelecimento de ações e cumprimento de regras que assegurem nossa
qualidade de vida;
• realização de obras necessárias em vias públicas;
• restauração da iluminação pública com retorno dos postes e luminárias
tradicionais que caracterizam bens históricos do bairro;
• solução para o problema de estacionamento de veículos de moradores;
• melhoria urgente dos serviços de ônibus;
• aporte urgente de recursos nas escolas municipais e no centro de saúde do bairro;
• ampliação do serviço de coleta seletiva;
• implementação de ações culturais em consonância com os interesses dos moradores


Se o bairro é nosso, a luta é nossa
Telefone (21) 9957-9742 - Email: amast@amast.org.br

© Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa

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desde 28 de novembro de 2007
Santa Teresa – Rio de Janeiro
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Projeto de lei estabelece responsabilidades dos municípios na defesa do meio ambiente

Tramita no Congresso Nacional, o Projeto de Lei Complementar 388/2007 que fixa normas para a cooperação entre União, Estados e Municípios, definindo o compartilhamento das competências em relação ao trato do meio ambiente.

Leia mais