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A AMAST somos nós, nossa força, nossa voz. Ao invés de gritar sozinho (a), venha junto com a gente nesta jornada. Troque a reclamação pela reivindicação. Queixas isoladas, além de não serem ouvidas, fazem mal ao coração, viram amargura. A saída é coletiva. Entre nessa você também!

Se o bairro é nosso, a luta é nossa
Telefone (21) 9957-9742 - Email: amast@amast.org.br

© Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa

 

Santa Teresa – Rio de Janeiro
h

 

 

Mitsubishi destaca como qualidade de seu novo veículo a estabilidade que lhe permite circular em alta velocidade sobre os trilhos do bonde

Mais inoportuno, impossível. Enquanto moradores de Santa Teresa mobilizam-se contra o excesso de velocidade dos veículos pelas ruas do bairro, a fabricante japonesa de automóveis Mitsubishi veicula, na mídia, o anúncio de um novo carro, destacando, como sua qualidade principal, a estabilidade. E, para provar tal estabilidade, o carro é mostrado circulando em alta velocidade... Onde? Sobre os trilhos do bonde, nas ruas estreitas e tortuosas de Santa Teresa. A impressão de alta velocidade, aliás, não parece real; parece ter sido produzida em computador.

Tudo errado!

Primeiro, as ruas de Santa Teresa, por suas características, não se prestam à circulação de veículos em alta velocidade.

Segundo, é um equívoco destacar, em qualquer veículo, sua capacidade de alcançar altas velocidades em segurança simplesmente porque não há estabilidade no mundo que garanta segurança total a veículos que trafegam em alta velocidade.

Terceiro, todos os carros devem ter alto grau de estabilidade; isto, portanto, não é qualidade a se destacar, é obrigação do fabricante e direito do usuário.

Por fim, antes de produzirem anúncios que valorizam a função da velocidade, indústria automobilística e publicitários deveriam dar uma olhada nas estatísticas de acidentes em rodovias e em ambientes urbanos. Cabe aí uma discussão ética importante.

Bola fora, Mitsubishi!

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Amast, elogiada, agradece

Vocês são como os nossos bondes,fortes e eletrizantes. O mundo agradece e se
solidariza com vocês.
Salve os bondes.

Um forte abraço
Ricardo Tais


 

Velocidade de ônibus e carros

Olá pessoal,

Moro na rua Joaquim Murtinho e quero falar sobre a VELOCIDADE de ônibus e carros em nosso bairro. Outro dia estava voltando da escola com minha filha, fiquei assustada e fiz sinal para um carro que subia pela Alm. Alexandrino para que ele andasse menos rápido. É um absurdo isto. Qualquer deslize nos trilhos com certeza vai "pegar" algum pedestre. Motos de entrega também andam em alta velocidade. Isto sem falar na velocidade que os ônibus descem a minha rua. Como meu prédio fica na curva as vezes penso que eles não vão dar conta de fazer a curva e entrar no quarto do meu filho.

Sério, pessoal ! Se eu tivesse uma câmera, eu gravaria isso. Além das ultrapassagens perigosas. O Curvelo virou mão dupla, sabiam? Quando tem um ônibus parado no sentido Alm. Alexandrino, por exemplo, eles vão pela contramão e vice-versa também. Hoje vi que os carros também fazem isso. E ali tem alguns guardas municipais que ficam batendo papo.

Fora isto, há falta de policiamento. Seria necessário fazer alguma coisa para conscientizar estes motoristas. Lembro que, há alguns anos, fizemos uma pequena manifestação e parece que nada adiantou. Será que colocar quebra-molas adiantaria? Será que fiscalização eletrônica adiantaria? Será que alguma Tragédia terá que acontecer para alguém tomar providência? Tomara que sejamos mais rápidos que eles. Se houver alguma manifestação ou outra coisa eu quero participar.

Obrigada!

Rosana Miscow Camarão

AMAST denunciou problema
aos órgãos públicos responsáveis

À
CET-Rio, Subprefeitura, Região Administrativa de Santa Teresa, 1ºBPM, 7ª DP, Coordenação de Transportes da Área Programática 1 (AP1)e Guarda Municipal

Segue mensagem denunciando mais uma vez a já acentuada irresponsabilidade de motoristas nas ruas de Santa Teresa. Caso não haja providências repressivas, especialmente na rua Joaquim Murtinho, duas coisas podem acontecer: um acidente de grandes proporções cujos culpados responderão ao Ministério Público e à Justiça e o enfrentamento direto entre os cidadãos, com conseqüências imprevisiveis. Já há sinais que ambas possibilidades são prováveis. Pedimos providências, mesmo que isto afete conexões políticas e econômicas.

Paulo Saad , presidente da AMAST

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Parques e Jardins autoriza extermínio de árvores sadias

Caros vizinhos,

Moramos na Almirante Alexandrino e observamos que, na casa nº 2.625, estão cortando todas as árvores do quintal de frente para a rua. Já cortaram sete árvores médias, e estão cortando mais três mangueiras imensas, quase centenárias. Todas em perfeito estado de saúde (cheias de folhagem, produzindo muitos frutos e sem nenhum sinal de cupins no tronco). Isto é visível pela dificuldade que estão encontrando para derrubá-las. E o mais lamentável é que tudo isso com autorização da prefeitura (Fundação Parques e Jardins).

Além de serem belíssimas, as árvores fazem (faziam) uma sombra ótima na rua, que o torna esse trecho muito fresco no calor. Compõem uma parte da paisagem da rua que prezamos muito. Ao que soubemos, alegam que estariam prestes a cair por causa de cupins. Todas as 10 árvores? Com toda a dificuldade que estão encontrando para cortá-las? Que estariam causando rachadura no muro.

A rachadura está lá há pelo menos 10 anos e fica próxima de uma das árvores. E as outras nove? Que relação podem ter com isso? Ouvimos também que querem "limpar" o quintal para demolir a atual escadaria e construir uma garagem e uma outra escada, mudando toda a fachada da casa, que deve ser da década de 20 ou de 30 e está situada na APA de Santa Teresa, o que parece mais verossímil.

É lamentável a vontade do proprietário de destruir tudo e, mais ainda, que a prefeitura autorize algo assim. Se quiserem reclamar na ouvidoria do site da prefeitura, questionando a autorização, acessem (www21.rio.rj.gov.br/siso/internet/ouvidoria.htm).

Há algo mais que possamos fazer?

Saudações,
John e Bibi

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Corte ilegal ocorre também na rua Monte Alegre

Caros vizinhos,

Esta questão de corte indiscriminado de árvores vem de muito tempo e se agrava dia a dia. Em dois momentos procurei investigar a razão para autorização, poda (?) pelo Departamento de Parques e Jardins na rua Monte Alegre. Pelo que entendi eram os moradores, no caso não comerciantes e não envolvidos com atividades turísticas, os demandantes. Insetos, morcegos e outros foram argumentos de vizinhos para pedidos de poda (quase extração) de árvores pelo Parque e Jardins. Argumentos confirmados pelos próprios vizinhos.

Outros argumentos de que as árvores são propícias para ladrões se esconderem e atacar as pessoas quando chegam em casa também foram aceitos pelo Departamento de Parque e Jardins. Na Rua Oriente com Miguel de Paiva houve, inclusive, argumentos de vizinhos que falaram que as árvores e o canteiro estavam sendo usados para esconderijo de drogas. Enfim, acho que o serviço de atendimento do Parque e Jardins deve rever seus critérios e torná-los mais claros, objetivos e de conhecimento público. A razão para poda e/ou extração deve constar da autorização e ser apresentada pelos funcionários que estão trabalhando no local sempre que forem questionados.

Abraços,
Moradora

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Ambientalista sugere denúncia ao Ministério
Público sobre corte ilegal de árvores

Caros amigos de Santa Teresa,

Lamento mais este absurdo corte de árvores sem critérios técnicos claros e transparentes. Como a própria Prefeitura já informou que há uma longa lista de árvores a serem ceifadas, sugiro que a AMAST encaminhe denúncia ao Ministério Público estadual para que, de FORMA PREVENTIVA, seja imediatamente suspenso este verdadeiro festival de autorização de cortes, e com isso, sejam adotados critérios técnicos transparentes (por ex.,outras instituições poderiam ser ouvidas na análise destas estranhas "solicitações"como a própria AMAST, universidades, talvez até o Jardim Botânico em alguns casos).

É preciso garantir o Direito de Vizinhança assegurado pelo Estatuto das Cidades, também o Direito coletivo à Paisagem deve ser garantido. Minha sugestão é de que a Prefeitura faça uma reunião no bairro junto com a AMAST em que seriam convidados os proprietários e moradores que estão solicitando o corte de nossas últimas árvores, onde poderemos tentar avançar no trabalho educativo e de sensibilização ambiental.

Com certeza, há ganância da especulação imobiliária, como também há moradores que desejam cortar árvore em sua propriedade sem ter conhecimento de que seu ato interferirá no corredor ecológico, que reside numa APA. É preciso analisar caso a caso estas solicitações, observar se há riscos reais ou se trata-se apenas de movimento especulativo.

O que não pode é o Poder Público ir a conta-gotas liberando geral o desmate no bairro. Estou à disposição para subscrever a denúncia ao MP, caso seja aprovada como encaminhamento e também para contribuir no trabalho de educação ambiental.

Outra coisa: diante da triste omissão dos órgãos governamentais, é fundamental fotografar as árvores, máquinas, operários etc antes e, se possível, no momento do corte das árvores (logicamente com cuidado para evitar eventuais represálias).

Estas fotos podem servir como prova documental num eventual inquérito no MP estadual. Pela lei federal 9605/1997, poderá ser responsabilizado tanto o proprietário quanto o gestor público que tenha indevidamente ou ilegalmente autorizado corte de árvores. É triste termos que documentar a destruição ambiental, mais numa cidade sem lei (aliás sem dirigentes de governo decentes e democráticos), lamentavelmente, é o que resta aos cidadãos fazer!

Saudações solidárias e indignadas

Sérgio Ricardo – ambientalista

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Ações da AMAST e de seus militantes

AMAST encaminha denúncia à Fundação Parques e Jardins

À Fundação Parques e Jardins,

Seguem, abaixo, duas das muitas mensagens que vêm sendo sistematicamente trocadas entre moradores e amigos do bairro sobre os assuntos poda e remoção de árvores. A atuação da Fundação Parques e Jardins vem sendo questionada e
uma suposta tolerância do orgão com os argumentos de moradores que não gostam de árvores, novos moradores alguns, que acham que ainda estão na cidade baixa.

Gostaríamos que fossem estabelecidos critérios estritos. Podas conservadoras para a saúde da planta e remoções apenas em certas situações especiais.
Gostaria de planejar uma ação de enfrentamento desta praga do cupim de solo. Árvores doentes teriam amarração ou escoramento.

Paulo Saad – presidente da AMAST

Militante da AMAST propõe organização contra o problema

Olá caros companheiros, amigos e amigas,

Gostaria de lembrar que há dois grandes pontos de vista que emolduram, por assim dizer, a discussão: aquele dos que defendem o corte e a poda radical de árvores como medida de segurança sem sequer considerar os malefícios daí decorrentes: deslizamentos, abertura de clareiras (no caso de áreas ainda densamente florestadas) com a conseqüente erosão, desertificação, etc.

O ponto de vista mais ponderado e conseqüente somente recomenda corte ou a poda caso se constate doença da árvore ou risco de queda, objetivamente confirmado; caso contrário apenas realiza podas, notadamente, após período de floração e frutificação. Portanto, há que considerar a postura mais apropriada nesses casos polêmicos: convidar pessoas envolvidas profissionalmente c/ o assunto, assegurando o direito de vizinhança , sim, e sobretudo a prevalência do bom senso e da perspectiva de futuro que dirige o interesse coletivo deste bairro cujo estatuto de APA ainda estamos por construir.

Estou pronta a colaborar nos contatos, na organização de reunião competente para tratar publicamente do assunto, além de fazer contato com o pessoal do JBRJ e do Parque e Jardins.

Recebam minhas saudações fraternas,

Ângela Tude

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